Ano da Misericórdia: entenda o significado e como receber indulgências

Para entender melhor o que significa o ano jubilar e como bem viver, seguem abaixo as orientações, como praticar as obras de misericórdia e receber indulgências.

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História: Freguesia de São Sebastião de Ipu e a desbravadora Joana de Paula Vieira Mimosa; Por Professor Melo

Conheça um pouco a história de Ipu contada pelo escritor e historiador Francisco de Assis Martins (Prof. Melo) de como D. Joana Paula Vieira Mimosa teve participação histórica e religiosa na cidade de Ipu no ano de 1965, data de criação da Igrejinha do quadro.

Sua nota vale dinheiro - Ajude na reforma da Matriz

Paróquia realiza campanhas para reforma da Igreja Matriz de São Sebastião de Ipu Campanha Minha Nota Vale Dinheiro Deposite na urna da matriz ou mande sua nota acima de R$ 20,00 Reais e ajude na reforma da Matriz

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

2016: 4ª novena da Festa de São Francisco em Ipu

Na noite de ontem quarta-feira, (28) centenas de fiéis se fizeram presentes no patamar da igreja Matriz de São Sebastião para homenagear um dos santos mais populares da igreja Católica, São Francisco.
As novenas e missas acontecem no patamar da igreja, e tem como presidente da celebração o pároco da cidade onde todas as noites ele faz uma reflexão sobre a família.
Durante a festa acontece ainda os plantões da Pastoral do Dízimo,  confissões/às 18h00.
A festa de São Francisco  é transmitida  por meio das Rádios Regional AM e Rádio Web São Sebastião.

Galeria de fotos:
2016: 4ª novena da Festa de São Francisco em Ipu

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

3ª novena da Festa de São Francisco em Ipu

Na noite desta terça-feira foi realizada a 3ª novena e missa da Festa de São Francisco em Ipu.
A celebração é realizada no Patamar da Igreja Matriz e tem como presidente o padre Raimundo Nonato, pároco da cidade.
Durante a Festa, todas as noites tem um padre confessando os fiéis.
A barraca ficou por conta do grupo de Cenáculos da paróquia e Ordem Franciscana.


 Galeria de fotos:

3ª novena da Festa de São Francisco em Ipu

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Acompanhe as primeiras novenas da Festa de São Francisco em Ipu

Nas noites de domingo (25) e segunda-feira (26) foi realizado no patamar da Igreja Matriz de São Sebastião em Ipu a primeira e a segunda novena e missa da Festa de São Francisco. As celebrações foram presididas pelo pároco da cidade Padre Raimundo Nonato.

Durante todas as noites teremos; plantões da Pastoral do Dízimo, funcionamento de nossa Barraca, animando assim a parte social de nossa Festa, confissões/às 18h00, todos os dias a partir das 19h00/novenas e missas, direto do Patamar da Igreja Matriz, com transmissão por meio das Rádios Regional AM e Rádio Web São Sebastião.


Galeria de fotos:

1ª NOVENA FESTA DE SÃO FRANCISCO 2016

2ª NOVENA FESTA DE SÃO FRANCISCO 2016

5 coisas que você não sabia sobre a água benta



A água benta é provavelmente um dos sacramentais mais conhecidos da Igreja. Não confundam sacramental com sacramento. Sacramental é um sinal sagrado segundo o modelo dos sacramentos, mediante o qual significam efeitos obtidos pela intercessão da Igreja.
Alguma vez já se perguntou desde quando a Igreja usa água benta? Porque sempre a encontramos na entrada das igrejas? Estas e outras perguntas estão respondidas aqui!
Conheça 5 coisas que você não sabia sobre água benta:
1) Sua origem
Se pode dizer que a origem da água benta remonta os tempos de Nosso Senhor Jesus Cristo, porque Ele mesmo abençoou as águas. Mais adiante, o Papa São Alexandre I, que exerceu seu pontificado desde 121 d.C. até 132, determinou que o sal seria posto na água, enquanto as orações são ditas normalmente pela igreja. Os judeus colocavam cinzas na água, por isso São Clemente dizia que o que o que estava sob a antiga lei era a cinza, sob a graça, o sal.
2) Por que tem água benta à entrada de algumas igrejas?
A água benta é colocada ali para nos persignarmos (fazer o sinal da cruz na testa, lábios e peito) com ela ao entrar no templo e sermos abençoados por Deus, com o sinal da Cruz. Assim entregamos todos os nossos sentidos a Ele, em Sua casa. Quando entramos na Igreja devemos pedir para que o Espírito Santo ilumine os nossos corações, infundindo neles aquele santo temor, piedade, silêncio e reverência, que cabem àquele santo lugar.
3) Como foi introduzido o uso da água benta na Igreja?
Foi em substituição à uma antiga cerimônia judia em que, antes de entrar na oração, se lavavam pedindo a Deus que os tornasse limpos. Para lembrar essa figura, os sacerdotes católicos primeiro abençoam a água, como um rito que ainda se mantém.
4) O que simboliza a água benta?
A água benta simboliza o suor de Nosso Senhor Jesus Cristo no horto e o preciosíssimo sangue que molhou seu rosto, na agonia.
5) Que efeitos tem a água benta?
Tradicionalmente se sabe que a água benta tem os seguintes efeitos:
– Afugenta toda potestade demoníaca sobre as pessoas e lugares que onde ela é lançada.
– Apaga os pecados veniais.
– Afugenta toda sombra, nuvem, fantasia e astúcia diabólica.
– Encerra as distrações da oração.
– Nos dispõe, com a graça do Espírito Santo, a uma maior devoção.
– Infunde em nós a virtude da benção divina para receber os sabramentos, para o administrá-los, e para celebrar os divinos ofícios de Deus.
Fonte: ChurchPop

Papa: rezar com força para vencer a desolação espiritual


Cidade do Vaticano (RV) - O que acontece em nosso coração quando somos tomados por uma ‘desolação espiritual?’ Foi a pergunta feita por Francisco na missa desta manhã na Casa Santa Marta, centralizada no personagem de Jó. O Papa acentuou a importância do silêncio e da oração para vencer os momentos mais sombrios. Neste dia de São Vicente de Paulo, o Papa ofereceu sua missa às Irmãs Vicentinas, as Filhas da Caridade, que trabalham na Casa Santa Marta.  
“Jó estava com problemas: havia perdido tudo”. A partir desta leitura, que apresenta Jó despojado de todos os seus bens, inclusive seus filhos, o Papa desenvolveu a homilia. “Jó se sente perdido, mas não maldiz o Senhor”.
Todos, cedo ou tarde, vivemos uma grande desolação espiritual
Jó vive uma grande ‘desolação espiritual’ e desafoga com Deus. É o desabafo de ‘um filho diante de seu pai’. O mesmo o faz o profeta Jeremias, que desabafa com o Senhor, mas sem blasfemar: 
“A desolação espiritual é uma coisa que acontece com todos nós: pode ser mais forte ou mais fraca... mas é uma condição da alma obscura, sem esperança, desconfiada, sem vontade de viver, que não vê a luz no fim do túnel, que tem agitação no coração e nas ideias... A desolação espiritual nos faz sentir como se nossa alma fosse ‘achatada’: quando não consegue, não quer viver: ‘A morte é melhor!’ desabafa Jó. Melhor morrer do que viver assim'. E nós devemos entender quando nosso espírito está neste estado de tristeza geral, quando ficamos quase sem respiro. Acontece com todos nós, e temos que compreender o que se passa em nosso coração”.
Esta, acrescentou o Papa, “é a pergunta que devemos nos por: ‘O que se deve fazer quando vivemos estes momentos escuros, por uma tragédia familiar, por uma doença, por alguma coisa que me leva ‘prá baixo’. Alguns pensam em engolir um comprimido para dormir e tomar distância dos fatos, ou beber ‘dois, três, quatro’ golinhos’... “Isto não ajuda. A liturgia de hoje nos mostra como lidar com a desolação espiritual, quando ficamos mornos, prá baixo, sem esperança”.
Quando nos sentimos perdidos, rezar com insistência
No Salmo responsorial 87 está a resposta: “Chegue a ti a minha prece, Senhor”. É preciso rezar – disse o Papa – rezar com força, como disse Jó: gritar dia e noite até que Deus escute:
“É uma oração de bater na porta, mas com força! “Senhor, eu estou cheio de desventuras. A minha vida está à beira do inferno. Estou entre aqueles que descem à fossa, sou como um homem sem forças’. Quantas vezes nós sentimos assim, sem forças... E esta é a oração.  O Senhor mesmo nos ensina como rezar nestes momentos difíceis. 'Senhor, me lançaste na fossa mais profunda. Pesa sobre mim a Tua cólera. Chegue a Ti a minha oração’. Esta é a oração: assim devemos rezar nos piores momentos, nos momentos mais escuros, mais desolados, mais esmagados, que nos esmagam mesmo. Isto é a rezar com autenticidade. E também desabafar como desabafou Jó com os filhos. Como um filho”.
O Livro de Jó, em seguida, fala do silêncio dos amigos. Diante de uma pessoa que sofre, disse o Papa, “as palavras podem ferir”. O que conta é estar perto, fazer sentir a proximidade, “mas não fazer discursos”.
Silêncio, oração e presença, por isso realmente ajuda aqueles que sofrem
“Quando uma pessoa sofre, quando uma pessoa se encontra na desolação espiritual – continuou o Papa -, você tem que falar o mínimo possível e você tem que ajudar com o silêncio, a proximidade, as carícias, com a sua oração diante do Pai":
“Em primeiro lugar, reconhecer em nós os momentos de desolação espiritual, quando estamos no escuro, sem esperança, e nos perguntar por quê? Em segundo lugar, rezar ao Senhor, como na liturgia de hoje, com este Salmo 87 que nos ensina a rezar, no momento de escuridão. 'Chegue a Ti a minha oração, Senhor'. E em terceiro lugar, quando me aproximo de uma pessoa que sofre, seja por doenças, seja por qualquer sofrimento, mas que está na desolação completa, silêncio; mas silêncio com tanto amor, proximidade, ternura. E não fazer discursos que, depois, não ajudam e, também, lhe fazer mal”.
"Rezemos ao Senhor - concluiu Francisco –, para que nos conceda essas três graças: a graça de reconhecer a desolação espiritual, a graça de rezar quando estivermos submetidos a este estado de desolação espiritual, e também a graça de saber acolher as pessoas que passam por momentos difíceis de tristeza e de desolação espiritual”. (SP)

Santo do dia

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Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e espírito e amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Mat 22,37.39).
Se não foi o lema da vida deste santo, viveu como se fosse. O santo de hoje, São Vicente de Paulo, nasceu na Aquitânia (França) em 1581. No seu tempo a França era uma potência, porém convivia com as crianças abandonadas, prostitutas, pobreza e ruínas causadas pelas revoluções e guerras.
Grande sacerdote, gerado numa família pobre e religiosa, ele não ficou de braços cruzados mas se deixou mover pelo espírito de amor. Como padre, trabalhou numa paróquia onde conviveu com as misérias materiais e morais; esta experiência lhe abriu para as obras da fé. Numa viagem foi preso e, com grande humildade, viveu na escravidão até converter seu patrão e conseguiu depois de dois anos sua liberdade.
A partir disso, São Vicente de Paulo iniciou a reforma do clero, obras assistenciais, luta contra o jansenismo que esfriava a fé do povo e estragava com seu rigorismo irracional. Fundou também a “Congregação da Missão” (lazaristas) e unido a Santa Luísa de Marillac, edificou as “Filhas da Caridade” (irmãs vicentinas).
Sabia muito bem tirar dos ricos para dar aos pobres, sem usar as forças dos braços, mas a força do coração. Morreu quase octogenário, a 27 de setembro de 1660.
São Vicente de Paulo, rogai por nós!

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